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O W3C Brasil disponibiliza em seu site uma seção de divulgação com vários videos, pdf, imagens, apresentações e guias para download.
Segue alguns links para alguns documentos.
Guia de referência
- Guia de Boas práticas em Web Móvel
- Um guia de Boas práticas em Web móvel, que resumem as informações do documento Boas práticas em Web móvel 1.0. As cartelas são úteis para recordar os sessenta itens explicados em detalhes nas especificações. Disponível também em PDF.
Institucional
Folder institucional sobre a missão, objetivos e definições sobre o W3C.
Videos
Vídeo de Tim Berners-Lee para o lançamento do escritório Brasil do W3C
Veja mais no site do W3C Brasil!
Na Mídia Digital, por questões de compatibilidade entre os navegadores, nos adotamos como padrão a unidade de medida "em".
"em" é uma medida relativa, isso quer dizer que ela toma como base um valor de referência anteriormente definido.
As quatro unidades de medida relativa que existem são: %, em, ex e px.
Tá mas vamos para a prática!
Escreva em um arquivo html, as seguintes marcações:
Dentro do body
Dentro do head
Explicação:
html e body é ".68em".
A o tamanho da fonte padrão dos navegadores é 16px, então pegamos 11px, que é o valor que queremos, e dividimos por 16px
11/16 = 0.68
11px é igual a 0.68em de 16px. Endendeu?
A lógica é essa! Pegamos o valor que queremos e dividimos pelo valor relativo(um valor de referência que foi definido anteriormente, apenas para lembrar).
x/(valor-relerência) = (valor-que-desejamos).em
Então, quais são os valores dos elementos do html acima. h1, p e strong?
| elemento tag | cálculo para restaurar o valor em pixel. | valor aproximado(~=) |
|---|---|---|
| h1 | 1.45(em) * 11(px) | 16px |
| p | 1.1(em) * 11(px) | 12px |
| p strong | 1.16(em) * 12(px) | 14px |
O layout que montado com essa medida é conhecido como layout elástico, por causa deste comportamento relativo entre as medidas, sejam elas font-size, width, padding, etc. Essa é uma simples explicação sobre essa medida. Veja também o blog do Carlitos, ele entende bem sobre o assunto. Experimente usar também!
Links
Publicado em um endereço para testes, a versão traduzida para português do Validador CSS, graças ao colaborador Maurício Samy Silva.
"Muitíssimo obrigado pelo seu maravilhoso trabalho", Olivier Thereaux do W3C
A versão traduzida do validador se encontra em http://qa-dev.w3.org:8001/css-validator/ e a listagem das traduções disponíveis está em: http://qa-dev.w3.org:8001/css-validator/translations.html
Apelo do W3C:
"Não hesite em usar a ferramenta no seu endereço de testes e procurar por erros de grafia ou de tradução."
"... o W3C colocou a tradução em um endereço provisório para testes... se você encontrar algum erro de grafia ou de tradução, por favor mandar um e-mail para: maujorcss[arroba]maujor[ponto]com"
Links
Parte do texto no blog do Maujor, link Permanente.
Tableless significa realmente sem tabelas, contudo Padrões Web não é e nem nunca foi desenvolver sites sem usar tabelas. Associar o nome Tableless aos Padrões Web é um erro altamente nocivo ao aprendizado. Tabelas são perfeitamente legais em marcações seguindo as recomendações do W3C, pois o elemento
TABLEtem o valor semântico de "apresentar dados tabulares" e não deve nunca ser substituido porDIV, um elemento sem valor semântico, quando se trata de apresentar dados.
- Portanto: Fora o termo Tableless do jargão Web Standards!
- À propósito: Vida longa para o sites do Élcio e Diego:
Maujor
Eu concordo totalmente!
Recentemente o Gonçalo, professor da faculdade Opet, pediu para eu dar um palestra para os alunos dele. Foi um processo de evangelismo dos Web Standards.
Alguns dos tópicos da palestra foram os seguintes:
- Desenvolvedor analfabeto
- WYSIWYG
- W3C
- Tecnologias interoperáveis
- Linguagens de marcação
- WAI
- Linguagem de formatação
- Web semântica
- RDF
Os slides estão a seguir. Para navegar pelas telas use as teclas: espaço, esquerda e direita.
Disponível para download (arquivo exe).
O "bum!" dessa tal de "Web 2.0" está em seu ponto culminante. Cada dia que passa é "Web 2" pra cá é pra lá. Novos sistemas surgem a cada instante; grandes empresas estão buscando entrar nesse meio; a demanda é muito alta por aplicativos cada vez mais interativos; todos estão querendo disponibilizar feeds, gadgets e web services. Mas calma! vamos respirar fundo e pensar onde tudo isso pode nos levar. Todas essas tecnologias e novidades são ótimas e com certeza elas já estão fazendo parte do nosso dia-a-dia. Precisamos saber o que está faltando e como aprimorar a Web. A aceleração tecnológica na internet - como também da comunicação -, impulsionada até agora pela quantidade, chega ao seu termo, onde já é preciso um adicional qualitativo que organize, dê sentido, coordene integralmente a Web com a comunicação em todos os sentidos (o efeito invariável do processo pelo desenvolvimento da interatividade do qual não só assistimos como dele fazemos parte). E como falar de comunicação sem esta organização, sem o elemento semântico? Cada palavra real é uma chave-símbolo; cada ponto, a marcação das coordenadas no espaço e no tempo da frase e daquilo a que ela se refere. É impossível qualquer comunicação sem esta ordem. Logo a Web pedirá convenções como a linguagem real, um dia, pediu as suas (a passagem da forma falada para a forma escrita). Pedirá porque a comunicação virtual a integrará dentro de si.
Independente de qual tecnologia dos servidores estão sendo usadas nós devemos nos preocupar com o quê o navegador está disponibilizando aos usuários! E é ai, exatamente neste ponto, que entra os padrões Web (Web Standards) e começa a nossa conversa.
O W3C responsavel de criar os Web Standards, desenvolve tecnologias focadas no Client-browser, para que com isso seus produtos possam se relacionar diretamente com os usuários, e isso tudo sem fins lucrativos.
Então pense: o que temos até agora é uma Web cheia de interatividade e os vários padrões e diretrizes totalmente focados nos usuários. Podemos integrá-los!
A idéia: unir essas duas ideologias focando em obter resultados que sejam agradáveis a todos e com isso levar a Web ao seu potencial máximo.
O futuro da Web está relacionado com padrões e semântica. A nossa querida "Web 2.0" necessita de padrões e o momento tão esperado que estamos aguardando é quando ela vai estar harmonizada com Web Standards - aí então estaremos na nova geração da Web: a famosa "Web 3.0" será o período onde a preocupação são os dados semânticos.
A "Web 2.0" e Web Standards se relacionam perfeitamente. Afinal, toda essa história "Web 2.0" e "Web 3.0" já existe há muito tempo - apenas não foi muito aplicada e reconhecida. Igual a história do Ajax, que já existia faz alguns anos, antes mesmo de ser titulado como "Ajax".
Querendo ou não, dado o futuro da internet, eis o que há-de ser feito:
"Web 2.0": Relacionamento e colaboração do usuário.
Unida com:
Web Standards: algo mais organizado, acessível, simples e semântico.
Pronto. Simples assim, está perfeito.
Todos vamos sair ganhando: seja eu, você, usuários, clientes, patrões, programadores, designers, etc.
Em fim, como todos vamos lucrar, muitos já estão se preocupando com isso; algumas empresa já estão se adequando a essa geração.
E você, já está se preocupando também ou quer ser considerado uma obra de museu???
Link
- Disponível também no blog da Mídia
Lista completa das organização que são membros do W3C e que participam no grupo de desenvolvimento do CSS.
Observação: faço link apenas com aquelas organizações que realmente levam a sério.
- Adobe Systems Inc.
- Antenna House, Inc.
- AOL LLC
- Apple, Inc.
- Betfair Limited
- Disruptive Innovations
- Google, Inc.
- HP
- IBM Corporation
- Indus Net Technologies
- INNOVIMAX
- International Webmasters Association / HTML Writers Guild (IWA-HWG)
- Microsoft Corporation
- Mozilla Foundation
- Openwave Systems Inc.
- Opera Software
- Sun Microsystems, Inc.
- Universidad de Oviedo
Link
Vejam também o post do e-mail enviado para o Vagner Diniz, Gerente do W3C no Brasil. E descubra algo mais sobre padrões Web em relação ao Google e a Microsoft.
XHTML 2, HTML 5, Microformats são iniciativas que nasceram de pessoas que fizeram parte da W3C. Isso pode ser bom, mas é algo perigoso, porque surgiu do esforço pessoal em oposição ao esforço institucional como o do W3C.
Se os padrões não forem reconhecidos como qualidade e estiver relacionado a moral, será muito complicado fazer citação vindas do W3C, e muito mais difícil ter uma Internet com qualidade. O W3C será conhecido como a Wikipédia, todos aprendem com ela, mas não podem citar em nenhum trabalho acadêmico.
...Próxima onda...
Esses dias eu fiquei de cara com os Microformats por uma coisa.
"No www"
O movimento No www é uma idéia de rebeldes. Por um lado é bom, mas por outro perde o sentido da Web. É ruim porque são coisas que afastam os padrões cada vez mais.
Eu só não parei de usar, porque os Microformats possíbilida mais semântica na página e eu ainda não conheço muito bem RDF. Sem contar que Microformats não tem nada a ver com "No www". É como ver uma mulher que adora luta livre, você perde todo o encanto.
·´¯`·.··.·...outra...
Eu já disse que validação não significa nada
,
(
Revolução & etc.
)
O Henrique Pereira citou em um post que:
"...Bom seria se a Web 2.0 fosse a Web com semântica..."
Seria ótimo mesmo, mas!
O problema é que ainda o povo, não só o povo como muitas empresas de desenvolvimento Web, estão com um pensamento muito pobre. Essas empresas estão muito mais preocupadas em fazer um super sistema de relacionamento em .net com MSSQL do que colocar um simples <h1>.
Os dias dessas empresas estão contados. A tão esperada Web 3.0, a Web dos dados semânticos, está chegando. E será o tempo onde os "nerds" os "malucos" vão ganhar dinheiro, se bem que o dinheiro é o de menos, pelo menos pra mim que não tenho ninguém pra sustentar. O problema é que hoje as pessoas se enganam, dizendo que ter dinheiro e sinonimo de ter moral.
Web 3.0 é será o tempo em que os "gargantões" vão colocar em seus sites aquelas frases lindas!
- Seu site é acessível?
- Desenvolvemos Web site conforme os padrões da W3C.
- Precisa de um site mais semântico?
- Padrões? Você está no lugar certo!
e por ai vai...
Esse é meu medo.
O pior é que várias empresas já estão assim, é só procurar que já encontra. Menos mal, tem um lado bom, pelo menos sabem que existe os padrões, e isso é melhor que nada.
O fato é que o mundo é de quem quer ganha dinheiro(um dia isso tem que mudar), as pessoas que querem fazer pelo bem, só são reconhecidade sei lá quando e também é muito raro conseguir juntar o "Bem" com o "Ganhar dinheiro".
Mas isso fica para um próximo post.
conversas que não acabam mais!
é igual ondas! não para de vir!!
O que vem fácil vai fácil...
Depois de algumas horas de bastante estudo estou começando a ficar mais impressionado com o World Wide Web Consortium.
Cada dia que passa, vejo que as iniciativas de aprimorar a Web, que não são relacionadas com o W3C como Microformats não são muito bem sucedidas.
Estou estudando RDF, ainda não vou postar nada explicando sobre, o caso é que nem eu consigo explicar para mim mesmo ainda o que exatamente é e como funciona.
Digo apenas que é extremamente semântico e possíbilida uma semântica muito melhor que Microformats. Mas será que podemos comparar essas duas tecnologias?
Ainda tem muito que estudar! Pessoas que estudam Web Semântica! Vocês são muito bem vindas aqui no blog, preciso de vocês!
Acompanhe esta idéia.
Web Standards são padrões criados pelo W3C.
Microformatos não são desenvolvidos pelo W3C. Então podemos dizer que os Microformatos não são Web Standards?!!!
Os Microformats são desenvolvidos para adicionar semântica em uma página. Isso quer dizer que é um seguimento da Web Semântica, como se fosse um filho...
O "pai" da Web Semântica é o Tim Berners-Lee, que também é o "pai" dos Web Standards.
- Calma, aonde é pra chegar com tudo isso?

Microformats é então "sobrinho bastardo" dos Web Standards.
O fato é, Microformatos é da família e ponto final.
Concorda? Estou maluco?
reflita e comente!
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